000 017670000a22003130004500
001 341023
090 _a341023
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aDelinquência juvenil e amplificação mediática
_fMaria José Brites
210 _d2011
310 _aoferta
330 _aO papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores, partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policias e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticioasa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de Cascais e do Caso CREL.
461 _tOusar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano4,nº9 (junho 2011),p.45-60
606 _aGÉNERO
_98510
606 _aINSEGURANÇA URBANA
_9323806
606 _aMASS MÉDIA
_9320995
606 _aANÁLISE SOCIAL
_93558
700 _aBrites, Maria José
_9329823
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba