000 023400000a22003130004500
001 341021
090 _a341021
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aEstudo de tipologias de agressores conjugais em prisões
_fIsmael Loinaz
210 _d2011
310 _aoferta
330 _aAs investigações mostram que os agressores conjugais constituem um grupo muito heterogéneo, pelo que as intervenções padronizadas podem revelar-se ineficazes. O objectivo deste estudo consiste em validar a primeira abordagem tipológica realizada com agressores conjugais numa amostra espanhola. Seguindo a metodologia internacional, foi aplicado um protocolo de avaliação que abrangia as seguintes variáveis: auto-estima, distorções cognitivas, distúrbios de personalidade, raiva, conflitos conjugais, impulsividade, vinculação, empatia e desejabilidade social. Cinquenta reclusos do centro penintenciário Brians-2(Catalunha), condenados por um crime em que a vítima era a parceira ou ex-parceira, foram avaliados entre os meses de Abril e Outubro de 2009. A análise de clusters permitiu classificar a amostra em dois grupos: o grupo 1 (23 sujeitos) corresponderia ao sub-tipo normalizado: baixa psicopatiologia superior, maior empatia e vinculação segura. O grupo 2(27 sujeitos) poderia ser etiquetado como anti-social ou patológico, apresentando psicopatologia superior, antecedentes criminais e impulsividade, menor empatia e vinculação insegura hostil. Os resultados apontam para a necessidade de aplicação de programas de tratamento diferenciados que permitam gerir de forma mais produtiva os recursos disponíveis, tornar a intervenção mais eficaz (menor reincidência), antecipar o comportamento de grupo e desenhar acções concretas com vista à sua evolução favorável.
461 _tOusar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano4,nº9 (junho 2011),p.23-34
606 _aVIOLÊNCIA CONJUGAL
_9298625
606 _aAGRESSOR
_95078
606 _aPSICOPATOLOGIA
_9225128
606 _aTIPOLOGIA DO AGRESSOR
_9325096
700 _aLoinaz, Ismael
_9329822
920 _an
921 _aa
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938 _aba