000 018940000a22003130004500
001 340873
090 _a340873
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aPerturbação mental e ideação suicída entre reclusos preventivos
_fNuno Moreira, co-aut.Rui Abrunhosa Gonçalves
210 _d2010
330 _aO estudo apresentado, tendo um carácter exploratório, logra obter contudo alguns dados interessantes e que abrem caminho a futuras investigações. Assim, de um lado verifica-se que a entrada para a prisão constitui um momento "choque" para muitos a indivíduos e que, pelo facto de muitos deles evidenciarem vulnerabilidades psicológicas significativas, a ideação suicida parece como uma "estratégia adaptativa"- ainda que paradoxal- ao cumprimento da pena, que permanece ao longo do tempo de reclusão. Por outro lado, e tendo em conta que uma parte significativa da amostra deixa de evidenciar sintomatologia psicopatológica após seis meses de execução da pena, é lícito pensar que não só tais reclusos poderão ser portadores de factores protectivos que aumentem a sua resiliência, como também se pode alvitrar que a prisão enquanto instituição normativa e prestadora de cuidados, pode ter contribuído para uma maior estruturação apaziguando, aos poucos, o seu sofrimento psicológico.
461 _tAnálise psicológica. - S.28,nº1 (jan.-mar.2010),p.133-148
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aDOENÇA MENTAL
_9228698
606 _aSUICÍDIO NA PRISÃO
_98746
606 _aPSICOPATOLOGIA
_yPORTUGAL
_9400909
700 _aMoreira, Nuno
_9329681
700 _aGONÇALVES
_bRui Abrunhosa
_f1958-
_9407508
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba