| 000 | 016280000a22003250004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 340855 | ||
| 090 | _a340855 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aQue visão para a defesa? _fAntónio José Telo |
||
| 210 | _d2009 | ||
| 330 | _aVivemos um tempo de mudança rápida, mas uma mudança diferente do passado, pois incíde sobre as formas de vida e os seus valores, é uma transição longa, que se vai prolongar por muitas décadas ( possívelmente todo o século XXI) , não é difícil prever que as sociedades da NATO europeia vão reforçar a sua defesa, o que significa que vão aumentar as despesas com ela a partir do mínimo histórico hoje alcançado. Não é igualmente difícil prever que a Europa a curto prazo vai chegar à conclusão que a única maneira de alcançar capacidades que hoje não tem é enfrentar o problema da defesa no âmbito alargado da união Europeia, desenvolvendo uma real defesa europeia, o que implica obviamente ter uma política comum que a dirija. | ||
| 461 | _tNação e Defesa. - S.4, nº124 (outono-inverno 2009),p.167-202 | ||
| 606 |
_aDEFESA EUROPEIA _990081 |
||
| 606 |
_aNATO _9233599 |
||
| 606 |
_aFORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS _9321202 |
||
| 606 |
_aPOLÍTICA DE SEGURANÇA _92351 |
||
| 606 |
_aPOLÍTICA INTERNACIONAL _9239991 |
||
| 606 |
_aSISTEMA DE SEGURANÇA _yPORTUGAL _yUNIAO EUROPEIA _91130 |
||
| 700 |
_aTelo, António José _9329663 |
||
| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||