000 023840000a22003250004500
001 340823
090 _a340823
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aA nova lei do cibercrime
_fPedro Verdelho
210 _d2009
330 _aA realidade omnipresente" em que se constituiu a Internet, da qual se socorre um vasto número de cidadãos, satisfazendo necessidades e actividades particulares e profissionais, assim como o próprio Estado a utiliza " (...) no regular exercício das suas tradicionais funções.", tornou-se, também um meio e um fim apetecível à mente criminosa, explorando as suas vulnerabilidades. A recente publicação da Lei do Cibercrime – Lei n.º 109/2009, de 15 de Setembro – que revogou a Lei da Criminalidade Informática – Lei n.º 109/91, de 17 de Agosto – é o móbil para o presente artigo, no qual o autor analisa, entre outros vectores: as fontes internacionais; os conceitos das disposições do direito penal material; a responsabilização criminal de pessoas colectivas; os crimes de falsidade informática, de dano relativo a programas ou outros dados informáticos, de sabotagem informática, o acesso ilegítimo, a intercepção ilegítima, a reprodução ilegítima de programa protegido, bem como regulou a perda de bens a favor do Estado. O âmbito de aplicação das disposições processuais incluídas nesta Lei, mormente ao nível da preservação expedita de dados, da revelação expedita de dados de tráfego, da injunção para apresentação ou concessão do acesso a dados informáticos e apreensão de correio electrónico e da intercepção de comunicações. Aborda ainda a cooperação internacional e a competência jurisdicional e territorial.
461 _tScientia Ivrídica : revista de direito comparado português e brasileiro. - T.58, nº320 (out.-dez.2009),p.717-750
606 _aLEGISLAÇÃO
_9227776
606 _aLEGISLAÇÃO PENAL
_9275821
606 _aLEGISLAÇÃO PROCESSUAL PENAL
_9321913
606 _aLEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA
_9235032
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aCIBERCRIME
_yPORTUGAL
_9400918
700 _aVerdelho, Pedro
_9325223
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba