000 017940000a22003250004500
001 340784
090 _a340784
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aAinda a presunção de inocência
_fJorge Castro
210 _d2009
330 _aMuito tem sido escrito sobre a presunção de inocência em processo penal: sobre a sua origem histórica, o seu fundamento, a sua natureza, o seu conteúdo e as suas projecções. A atenção de que tem sido objecto será porventura sinal de que existe a percepção, bem ou mal fundada, de que na admnistração da justiça nem tudo estará em ordem. Com o presente texto não é nossa pretensão sintetizar tudo quanto tem sido dito sobre a matéria, nem tão- pouco ensaiar respostas definitivas para todos os problemas que se suscitam: este lugar não seria o adequado à realização de qualquer de tais desideratos.Sem prejuizo de algum inetável trabalho de inventariação, é nosso propósito essencial dar um contributo para o debate em torno desta tão apaixonante quão complexa e extensa problemática da presunção de inocência, sugerindo algumas pistas de reflexão.
461 _tScientia Ivrídica : revista de direito comparado português e brasileiro. - T.58, nº319 (jul.-set.2009),p.533-539
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aÓNUS DA PROVA
_9233666
606 _aRECURSO JUDICIAL
_9296186
606 _aDIREITOS DO ARGUIDO
_9234449
606 _aSUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
_9243679
606 _aPRINCÍPIO DA LEGALIDADE
_yPORTUGAL
_9329593
700 _aCastro, Jorge
_9329594
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba