000 021620000a22003370004500
001 340689
090 _a340689
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aConcordância judicial à suspensão provisória do processo : equívocos que persistem
_fJoão Conde Correia
210 _d2009
330 _a1. Introdução. 1.1. Argumentos do Tribunal Constitucional para a necessidade de consentimento judicial à suspensão provisória do processo. 1.2. Os argumentos utilizados pela doutrina para sancionar o novo regime legal e a sua crítica. 1.3. A suspensão provisória do processo e a violação da independência do poder judicial. 1.4. A posição jurisprudencial maioritária. 2. A inadmissibilidade legal e constitucional desta concepção ampla. 2.1. As funções do juiz de instrução criminal. 2.2. A violação da estrutura acusatória do processo. 2.3. A violação do direito a um processo equitativo. 2.4. A violação da Lei de Autorização Legislativa. 3. Modelo de estado e estrutura processual. 4. Os fins das penas e o Processo Penal. 5. O verdadeiro papel do juiz de instrução criminal na suspensão provisória do processo. 5.1. Consequências processuais da violação deste papel. 5.2. A impugnação da discordância judicial à suspensão provisória do processo. 6. A redução do consentimento judicial à suspensão provisória do processo a instância de salvaguarda dos direitos, liberdade e garantias individuais e o controlo do exercício da acção penal.
461 _tRevista do Ministério Público. - Ano30, nº117 (janeiro - março 2009),p.43-83
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aTRIBUNAL CONSTITUCIONAL
_9235428
606 _aPODER JUDICIAL
_9228929
606 _aDOUTRINA JURÍDICA
_9320978
606 _aREFORMA PENAL
_9237533
606 _aPOLÍTICA CRIMINAL
_9231088
606 _aINSTRUÇÃO CRIMINAL
_yPORTUGAL
_9400877
700 _aCorreia, João Conde
_9324910
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba