| 000 | 016220000a22002890004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 340588 | ||
| 090 | _a340588 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_a911 homicide calls and statement analysis : is the caller the killer? _fSusan H. Adams, co-aut.Tracy Harpster |
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| 210 | _d2008 | ||
| 330 | _aSerá que as chamadas de emergência contêm pistas que podem ajudar a identificar o homicida? Os articulistas analisaram 100 chamadas telefónicas que solicitavam auxílio a vítimas de homicídio e concluíram que os investigadores podem estabelecer probabilidades de culpabilidade se analisarem os pedidos de socorro com base nas seguintes questões: a chamada foi sobre o quê? Sobre quem? Como foi feita? A relevância da informação disponibilizada pelo autor do pedido, a sua atitude em relação à vítima, a precisão dos factos relatados e em quem se focaliza o pedido de socorro, a atitude em relação à morte da vítima, o tom e a modularidade da voz no pedido, a urgência do pedido de ajuda e o nível de disponibilidade para cooperar com os serviços de emergência, são factores fundamentais. | ||
| 461 | _tFBI Law Enforcement Bulletin. - Vol.77,nº6 (june 2008),p.22-26 | ||
| 606 |
_aHOMICÍDIO _9240884 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aANÁLISE DE DADOS _9320343 |
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| 606 |
_aSERVIÇO DE EMERGÊNCIA _9329374 |
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| 700 |
_aAdams, Susan _9327335 |
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| 701 |
_aHarpster, Tracy _9329375 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||