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101 _apor
200 _aPortugal : os pequenos estados e a união europeia
_fCarlos Gaspar
330 _aEste artigo analisa o peso político dos pequenos e médios Estados e as oportunidades e constrangimentos a que têm estado sujeitos. na primeira parte, analisa-se a evolução do conceito de pequenos e médios Estados: os primeiros são actualmente unidades sem capacidade autónoma de defesa e os segundos são Estados de Maior relevância internacional sem capacidade de igualar o estatuto de grande potência. A mudança sistemática do início dos anos 1990 levou á necessidade de aplicar estes conceitos à escala regional. Na Europa - o objecto de análise da segunda parte - devem ser classificadas como médias potências a Itália , a Holanda , a Espanha e a Polónia , entre as potências regionais (França, Grâ-Bretanha e Alemanha) e os pequenos estados. Os últimos - salvo excepções especifícas - têm preferido uma política externa rumo ao aprofundamento da integração Europeia e Transatlântica, optando relutantemente por ou outro vector quando as circunstãncias conjunturais assim o obrigam. Portugal, estudado na terceira parte, não tem fugido à regra. Finalmente, esclarece-se que as recentes mudanças no sistema de decisão Europeu que apontam para a criação de um directório constituído pelas três potências regionais - deverão levar os pequenos e médios Estados a mudar as suas políticas no sentido de se adaptarem a novos equilíbrios.
461 _tNação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno 2007),p.107-145
606 _aPOLÍTICA INTERNACIONAL
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606 _aHISTORIA DA UNIÃO EUROPEIA
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606 _aIDENTIDADE NACIONAL
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606 _aRELAÇÕES INTERNACIONAIS
_9228153
606 _aESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
_yPORTUGAL
_yEUA
_yUNIAO EUROPEIA
_9321405
700 _aGaspar, Carlos
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