| 000 | 021380000a22003250004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 340493 | ||
| 090 | _a340493 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO modus operandi de segurança e defesa de um pequeno estado euro-atlântico _fMiguel Freire |
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| 210 | _d2007 | ||
| 330 | _aA investigação teve por objectivo analisar a implementação da política de segurança e defesa de Portugal, enquanto Estado com interesses próprios e membro da Nato e da UE. O estudo de caso reportou-se ao processo político que envolveu a participação de tropas portuguesas no Kosovo, com início e, 1999, e em Timor, em 2000, e o consequente reajuste a estes empenhamentos, durante 2001. A identidade euro-atlântica de Portugal , marcada pela relação histórica e afectiva a Timor esteve presente no interesse nacional e, no caso particular em estudo prevaleceu nas opções tomadas. Com este estudo identificou-se o que poderão ser tendências de pequenos Estados na implementação de estratégias de segurança e defesa, de forma a conciliaros seus compromissos internacionais e os seus interesses individuais . Em primeiro , o primado do interesse nacional, os pequenos Estados não são diferentes das grandes potências. Em segundo lugar, nas alianças podeocorrer alternância entre estratégias de coesão e de oportunismo; e finalmente , o compromisso através de um empenhamento operacional liberto de caveats, apostando em contribuições qualitativas em vez de quantitativas. | ||
| 461 | _tNação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno),p.69-105 | ||
| 606 |
_aMODUS OPERANDI _9320489 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA NACIONAL _9250269 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA DE SEGURANÇA _92351 |
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| 606 |
_aDEFESA NACIONAL _9231540 |
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| 606 |
_aESTRATÉGIAS DE SEGURANÇA _9325277 |
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| 606 |
_aCOOPERAÇÃO INTERNACIONAL _9229150 |
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| 606 |
_aNATO _9233599 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA INTERNACIONAL _yTIMOR-LESTE _yPORTUGAL _9400826 |
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| 700 |
_aFreire, Miguel _9329270 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||