000 023520000a22002770004500
001 339922
090 _a339922
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aHomícidio na família
_fFernando Almeida
210 _d2004
330 _aO autor, após uma muito breve referência à importância que a violência no seio da família merece na mitologia, na literatura e na História, começa por conceptualizar a família como um sistema e não apenas como a soma de um conjunto de indivíduos, com constantes trocas com o exterior. Família entendida como núcleo primordial, com valores próprios, afectos, tipos de comunicação, regras, relações, que lhe permitem, ou não, atingir uma desejável homeostasia. Família configurada como meio de cultura, por excelência, da moral atitudinal (mais evoluída que a moral prática), de uma atitude prossocial (ou antissocial), como espaço de tolerância (ou de intolerância) mas, também, como o meio onde ocorre um conhecimento único das características e fragilidades pessoais. Após este enquadramento, aborda os factores potenciadores de conflitualidade no seio da família, incluindo-se múltiplos quadros psicopatológicos, nomeadamente aqueles que maior (enorme) propensão apresentam a originarem conflitualidade e violência (homicídio) intra-familiar. Explicita inúmeros dados epidemiológicos (internacionais) acerca do homicídio na família (incluindo a problemática do infanticídio), apresentando, de seguida, dados acerca da situação portuguesa e resultantes da investigação que efectuou. Finaliza a sua alocução lançando um repto aos profissionais de polícia, nomeadamente da Polícia Judiciária, para que exijam a rápida implementação de medidas severamente restritivas de licença de uso e porte de arma, assim como medidas mais punitivas do porte, uso e venda ilegal de armas, nomeadamente de armas de fogo.
461 _tPolícia e Justiça. - S.3, número especial temático (2004),p.57-89
606 _aVIOLÊNCIA FAMILIAR
_9320805
606 _aINFANTICÍDIO
_9275131
606 _aUSO DE ARMA DE FOGO
_9321471
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
700 _aAlmeida, Fernando
_9327379
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba