| 000 | 042580000a22004210004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 337658 | ||
| 010 | _a9789895132834 | ||
| 090 | _a337658 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPortugal | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aA prova digital em processo penal : o correio eletrónico _fArmando Dias Ramos |
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| 205 | _a2ª ed. atualizada e ampliada | ||
| 210 |
_aLisboa _d2017 _cChiado Editora |
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| 215 |
_a299 p. _d24 cm |
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| 225 | _aColeção Compendium | ||
| 310 | _aoferta do autor | ||
| 330 | _aÍndice: Prefácio da 2ª ediçao. Prefácio da 1ª edição. Agradecimentos. Siglas e Abreviaturas. Resumo.- ParteI- Do correio tradicional ao correio eletrónico.-1.- Considerações gerais.1.1.- Introdulão. 1.2.- Excurso:delineação conceptual de correio eletyrónico. 1.3.- Um programa informático denominado e-mail. 1.4.- Os fluxos informacionais na rede. 2.- Elementos conducentes a uma (não) equiparação legal. 2.1- Introdução. 2.2.- A confusão e a desordem legislativa. 3.- Espelho meu, espelho meu...As imagens de uma equiparação (im) possível. 3.1.- Dos que vêem a imagem refletida. 3.2.- Dos que apenas vislumbram um espelho mate. 3.3.- Dos que enxergam uma imagem destrocida. 3.4.- O que os nossos olhos avistam: posição assumida. 3.4.1.- A filtragem de mensagens de correio eletrónico.3.4.3.- Delete message?press "ok" to continue. 3.4.4.- E como esta mensagem se pode tornar legível?. 3.4.5.- O caso particular dos "webmail's e outras páginas que permitem o envio de pm's. 3.4.6.- As mensagens recebidas por engano. 4.- O correio eletrónico noutros ordenamentos jurídicos.4.1.-Introdução. 4.2.- No ordenamento jurídico espanhol. 4.3.- No ordenamento jurídico italiano. 4.4.- No ordenamento jurídico alemão . 4.5.- No ordenamento jurídico brasileiro. 4.6.- O paralelismo entre estes ordenamentos jurídicos e o Português. Parte II- O Fluxo informacional como meio de prova em Direito penal. 1.- Introdução. 2.- A investigação criminal na apreensão de provas informático-gicitais. 2.1.- A prova digital. 2.2.- As especificidades técnicas da prova digital. 2.3.- Buscas e Apreensões- o paradigma perdido. 2.4.- A realização de exames a dispositivos que contenham mensagens de correio eletrónico.- 3.- A utilização do correio eletrónico nos fluxos infgormacionais. 3.1.- A assinatura digital. 3.2.- Outras informações digitais constantes numa mensagem de correio eletrónico. Parte III. 1..A atual Diretiva relativa ao cibercrime. 1.1.- Intróito. 1.2.- Resenha histórica. 1.3.- A novíssima Directiva. 1.3.1.- Principais alterações. 1.3.2.- Que aspectos inovadores desta Diretiva?. 1.4.- Conclusões a reter da Diretiva do Cibercrime. 2.- A prova digital e o ciberterrorismo. 2.1.- Razão de ordem e apresentação do problema. 2.2.- A (in)definição do terrorismo e a amálgama legislativa. 3.- A utilização das RIC e o ciberterrorismo. 3.1.- Formas de ocultação de identidade na internet. 3.2.- A salvaguarda de dados de tráfego. 3.3.- Análise do Acórdão do Tribunal de Justiça, de 8 de abril de 2014. 4.- Outros métodos investigatórios no ciberterrorismo. 4.1.- O agente infiltrado digital. 4.2.- Serviços de inteligência e de investigação. Parte IV.- Perspetivas de futuro. 1.- As comunicações nos dias de hoje e os seus problemas. 2.- O que nos reserva o Direito face às novas tecnologias?. 3.- A cloud computing: novas dificuldades na obtenção de prova digital. 4.- Notas finais, em jeito de conclusão. Anexo A.- Proposta de Lei nº 289/X/4- Lei do Cibercrime. Anexo B.- Lei nº 109/2009, de 15 de Setembro- Lei do Cibercrime. Anexo C.- Convenção sobre o Cibercrime do Conselho da Europe. - Bibliografia. | ||
| 606 |
_aCibercrime _9326581 |
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| 606 |
_aProva digital _9326582 |
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| 606 |
_aMeios de obtenção de prova _921163 |
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| 606 |
_aDireito penal _9326583 |
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| 606 |
_aCorreio eletrónico _yPortugal _9326584 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aRamos, Armando Dias _9326585 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||
| 999 | _an | ||