| 000 | 022230000a22003850004500 | ||
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| 001 | 337608 | ||
| 010 | _a9789896894221 | ||
| 090 | _a337608 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aA contra-revolução no 25 de abril : os "relatórios António Graça" sobre a Elp e Aginter Presse _fMaria José Tíscar; pref.Raimundo Narciso |
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| 210 |
_aLisboa _d2014 _cEdições Colibri |
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| 215 |
_a348 p. _cil. _d24 cm |
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| 225 | _aMemórias de Guerra e Revolução | ||
| 310 | _acompra | ||
| 330 | _aA historiadora Maria José Tíscar oferece nesta obra de investigação uma excelente oportunidade para conhecermos os movimentos e as organizações subterrâneas da extrema-direita nacional em articulação com as suas congéneres internacionais que, desesperadamente, se ergueram para combater a revolução portuguesa iniciada com o levantamento militar de 25 de abril de 1974, bem como para se oporem à subsequente descolonização em Africa.Ao derrubar a ditadura fascista mais antiga da Europa a revolução portuguesa de 1974, que se anunciou ao mundo como a revolução dos cravos, veio a revelar que chegara ao fim o tempo das ditaduras que ainda nela subsistiam. Chegara a hora dos povos da Grécia e de Espanha porem fim, eles também, à "ditadura dos coronéis" e à ditadura franqiosta. E a hora em breve chegou. Uns meses depois, ainda em 1974, na sequência do conflito com a Turquiq em torno de Chipre, a Grécia, berço da civilização europeia, pôs fim à "ditadura dos coronéis" que vinha de 1967 e um ano e meio depois, em 1976, foi a vez de a pátria de Cervantes e de Lorca, acabar com a ditadura de Franco, velha de 40 anos, na sequência da morte do "caudilho". | ||
| 606 |
_aHISTÓRIA DE PORTUGAL _9230925 |
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| 606 |
_aREFORMA POLÍTICA _9326519 |
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| 606 |
_aREVOLUÇÃO _yPORTUGAL _9326520 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aTíscar, Maria José _9326521 |
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| 702 |
_aNarciso, Raimundo _9326522 |
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| 920 | _an | ||
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| 937 | _a0 | ||
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| 999 | _an | ||