000 020720000a22003730004500
001 337443
090 _a337443
100 _a20220318 pory50
101 _apor
135 _au
200 _aO anti-cristo
_fFrederico Nietzsche; trad. Carlos Grifo
205 _a2ª ed
210 _aLisboa
_d[s.d.]
_cEditorial Presença
215 _a138 p.
_d18 cm
225 _aClássicos
310 _aoferta de M.A.C.
330 _aA obra de Nietzsche tem a marca da imparidade dentro da nossa cultura. Dela tem-se dito quase tudo e em todos os tons e, não obstante, vemo-la esgueirar-se incansávelmente a esse cerco de classificações e apresentar-se diante de nós com um inexaurível sabor de novidade. Pensamento assistemático, aforístico, filósófico-poético ou poético-filosófico, o que quisermos, mas sobretudo um pensamento que deixa sempre uma raiz sempre uma raiz algures em todas as conjecturas- as mais válidas- do nosso século. Serve-nos de testemunho eloquente este anti-cristo, onde simultaneamente se escondem e entremostram as cintilações e os abismos de Nietzsche. A veemência, a diatribe, o ataque directo estão aí à superfície do olhar; mas é pouco contentarmo-nos com essas primeiras impressões de leitura. Seria um Nietzsche demasiado fácil, tão fácil que equivaleria a sepultá-lo ao lado de toda uma polémica que viveu anos a expensas do cristianismo. Não há, pois, literalidade nenhuma nas sentenças que compõem este livro. Neste sentido, podemos arriscar que o Anti-Cristo que se vai ler é, apesar do estrondo das suas frases, menos anti-Cristo que muitas obras apologéticas.
606 _aFILOSOFIA
_9410467
606 _aCULTURA ESPIRITUAL
_9326376
666 _a0
700 _aNietzsche, F.
_9326377
702 _aGrifo, Carlos
_9326378
920 _an
921 _aa
932 _ad
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba
999 _an