| 000 | 017830000a22003370004500 | ||
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| 001 | 337440 | ||
| 090 | _a337440 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aA genealogia da moral _fFrederico Nietzsche |
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| 205 | _a3ª ed | ||
| 210 |
_aLisboa _d1976 _cGuimarães Editores |
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| 215 |
_a160 p. _d18 cm |
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| 310 | _aoferta de M.A.C. | ||
| 330 | _aA terrível força vital que se desprende de cada uma das páginas escritas por Nietzsche, continua ainda hoje a influir nos caminhos do pensamento contemporâneo. Desde que em Assim Palava Zaratustra, foi enunciada a teoria mística do "super-homem", grande parte do pensamento europeu não fez outra coisa que não fosse procurar firmar na realidade a visão fantástica do filósofo alemão. Na verdade, se exarminarmos o quadro evolutivo da poesia europeia (e mundial), é o super-homem que encontramos a latejar em cada verso, um super-homem nietzscheano na sua essência, mas não consegue encontrar a musculatura e o sistema nervoso mais adaptados à sua função. É este terrível desencontro ocorrido na poesia que devemos alargar a outras formas de pensamento, para podermos desenhar o gráfico da influência exercida por Nietzsche. A vontade de poder é uma das facetaas mais agudas deste pensamento e propõe, em maior amplitude, uma maneira de estar no mundo em que as ideias sejam não apenas o pensamento, mas sobretudo os actos. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aNietzsche, Frederico _9326373 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
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| 938 | _aba | ||
| 999 | _an | ||