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090 _a337437
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aO ofício de revolucionário
_fVictor Serge; trad.Maria Luísa A.
210 _aLisboa
_d1968
_cMoraes Editores
215 _a445 p.
_d22 cm
310 _aoferta de M.A.C.
330 _aDevemos concluir pela inexistência de fatalidade, pelo poder do homem e pela responsabilidade pessoal. A conclusão não é pessimista; mas condena os sistemas que concentram demasiado poder na mão de alguns, determinando uma selecção às avessas e abolindo o controlo - ainda que imperfeito-do poder pelo homem vulgar, isto é, paralisando a consciência pública.Não é já aos revolucionários que se deve pedir responsabilidades pela revolução universal, mas sim aos despotismos e à técnica do mundo que rompe brutalmente com o passado e põe povos de continentes inteiros na contigência de recomeçarem a vida em bases novas. Que essas bases devam assentar na justiça social, na organização racional, no respeito da pessoa e da liberdade, é para mim facto indiscutível- que aliás parece ir-se impondo, apesar da desumanidade da época contemporânea. O amanhã aparece mais rico em possibilidades do que tudo quanto pudemos algum dia imaginar. Tenho esperança de que a paixão, a experiência, e até os erros da minha geração de luta ajudam a iluminar um pouco as sendas do futuro.
606 _aIDEOLOGIA POLÍTICA
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606 _aINTELIGÊNCIA EMOCIONAL
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606 _aHISTÓRIA UNIVERSAL
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606 _aCIÊNCIAS HUMANAS
_yEUROPA
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_yMÉXICO
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700 _aSerge, Victor
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702 _aA. Maria Luísa
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