| 000 | 021120000a22003370004500 | ||
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| 001 | 337435 | ||
| 010 | _a2213595089 | ||
| 090 | _a337435 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aUne histoire sans fard : l'oréal, des années sombres au boycott arabe _fMichel Bar-Zohar; trad.Serge Moran |
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| 210 |
_a[s.l.] _d1996 _cÉditions Fayar |
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| 215 |
_a270 p. _d22 cm |
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| 310 | _aoferta de M.A.C. | ||
| 330 | _aA subsidiária da L'Oréal nos EUA, desde 1948, ameaça todas as empresas ligadas direta ou indiretamente com Israel, decreta logo o embargo contra todo o grupo da Liga Àrabe. A ameaça de Helena Rubinstein Israel, não será dissolvida, o embargo vai continuar. Alguns anos mais tarde, em Abril de 1989, enquanto L'Oreal tenta obter o levantamento do boicote, Jean Frydman, forte personalidade do mundo dos negócios, é demitido do Conselho de Administração Paravisão, uma outra subsidiária da L'Oreal, a qual detém 25%. Porque é que demitiram Frydamn? Por que é que um ex-colaborador pró-nazista criminoso de guerra, lhe foi confiada a tarefa de convencer Helena Rubinstein Israel a se afundar? Como é que um personagem tão vergonhoso ocupa essas posições elevadas na subsidiária Americane da L'Oréal? Que jogo joga o Estado francês, uma vez que a esquerda está no poder, afirma sancionar oficialmente qualquer violação da lei anti-boicote? Por que, François Mitterrand então Presidente da República, tenta encobri-lo?Para responder a estas questões e construir sua história, Michael Bar-Zohar, escritor israelita e membro do Knesset, foi conduzido para investigar a história da L'Oréal desde a sua criação em 1920 por Eugene Schuller. | ||
| 606 |
_aANÁLISE DE DADOS _yFRANÇA _yISRAEL _9400472 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aBar-Zohar, Michel _9326366 |
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| 702 |
_aMoran, Serge _9326367 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
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