| 000 | 019000000a22003370004500 | ||
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| 001 | 337417 | ||
| 090 | _a337417 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aOs infortúnios da virtude _fMarquês de Sade |
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| 210 |
_aLisboa _d1973 _cEditorial Minerva |
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| 215 |
_a209 p. _c18 cm |
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| 225 | _aMinerva de Bolso | ||
| 310 | _aoferta de M.A.C. | ||
| 330 | _aO Marquês de Sade afirmou, com fulgor, a sua vocação de homem de letras-escritor e filósofo-quando, no alvorecer do seu sétimo mês de cativeiro, em 23 de Junho de 1787, iniciou, na sua cela da Torre da Liberdade, na Bastilha, a redacção do seu conto filosófico <Os infortúnios da Virtude>, que ficaria concluído no dia 8 de Julho. No dia 1 de Outubro de 1788, a dar crédito ao Catálogo Lógico da sua obra, que então organizou, tinha no activo numerosas comédias, três dramas, uma tragédia, uma ópera cómica, dois romances-Aline e Valcour ou o Romance Filosófico e Justine ou As Desventuras da Virtude, segundo versão dos Infortúnios, composta a partir de Agosto e uma grande quantidade de contos e novelas, sem esquecer o Diálogo Entre um Padre e um Moribundo, escrito em 1782, e Os cento e vinte dias de Sodoma, ou a Escola de Libertinagem, concluídos em 1785. Apesar de mediocre, o teatro ajudou Sade a exercitar a pena. Nascido de uma paixão ininterrupta, até à morte, pelo espectáculo, foi, para aquele emparedado vivo, uma forma privilegiada de reencontro com o passado faustoso das festas de La Coste e do castelo d'Evry. | ||
| 606 |
_aROMANCE _9320176 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aSade, Marquês de _9326349 |
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