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090 _a337408
100 _a20220318 pory50
101 _apor
135 _au
200 _aA crise do estado providência
_fPierre Rosanvallon
210 _aLisboa
_d1981
_cEditorial Inquérito, Lda
215 _a144 p.
_d18 cm
225 _aColecção Perspectivas
_v1
310 _aoferta de M.A.C.
330 _aO Estado-Providência sofre de uma crise profunda. Se continuassem a aumentar ao ritmo actual, as despesas com a saúde absorveriam, dentro de trinta anos, a quase totalidade dos recursos disponíveis. A progressão regular dos descontos obrigatórios (impostos e cotizações sociais) põe em perigo a competividade das empresas e o dinamismo da economia. Mas,mais ainda do que económica, a crise do Estado-Providência é social e cultural: é sintoma disso a segmentação da sociedade em interesses corporativistas, a qual constitui ao mesmo tempo o principal obstáculo no caminho da mudança. Somos assim chamados a recuperar o <atraso> (real, em certos domínios da protecção sanitária, nomeadamente) em relação às sociais-democracias, precisamente na altura em que os seus fundamentos vacilam por toda a parte. Como superar esta situação? No presente ensaio, Pierre Rosanvallon, economista e professor na Escola de Altos Estudos de Paris, traça perspectivas de saída, dando o seu contributo para a definição de um novo espaço pós-social democrata. Rosanvallon propõe a substituição da lógica clássica da estatização do social pela tripla dinâmica da socialização, da descentralização e da automatização.
606 _aESTADO NOVO
_yPORTUGAL
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700 _aRosanvallon, Pierre
_9326339
920 _an
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