000 024920000a22003730004500
001 337347
090 _a337347
100 _a20220318 pory50
101 _apor
135 _au
200 _aAzulejo não é crime
_fHugo Miguel Aguiar dos Santos
210 _aCoimbra
_d2009
_cFCT.UC
215 _a163 p.
_cil.
_d15 cm
310 _aoferta
328 _a<Prova final de licenciatura em Arquitectura orientada pelo Prof. Dr. António Olaio>
330 _aIntrodução. Primeira Parte: Do Oriente ao Ocidente, Da tradição islâmica à influência italiana e flamenga, Dos tapetes aos tecidos estampados, Da explosão cromática à porcelana, Do absolutismo azul ao terramoto da cor, das fachadas seriadas às ecléticas, Da arquitectura ao espaço público. Segunda Parte. Reflectir: azulejo em movimento, Contemplar: azulejo como arte. Terceira Parte: Divórcio das três artes, Síntese das artes?, Azulejofobia, Integração, adaptação e ruptura, Efeitos Visuais, Imagem Urbana. Conclusão. Bibliografia. Fontes das figuras.
330 _aDesde hà cinco séculos, que a utilização massiva e original do azulejo, em Portugal, fez deste material um fenómeno acentuadamente português. Foi através da tradição islâmica que esta manifestação cultural foi introduzida em território nacional, tendo-se fixado, definitivamente, por influência italiana e flamenga, no século XVI. Os portugueses, não tendo inventado o azulejo, descobriram através do seu emprego uma forma singular de realização plástica, integrando-o à arquitectura de forma equilibrada e sensata. Apesar das suas características ornamentais, o azulejo foi utilizado com fins que ultrapassam o mero decorativismo, procurando enaltecer as qualidades da arquitectura e criar ambientes da arquitectura a que pertence e à qual transmite monumentalidade. Curiosamente, esta escala monumental do azulejo é muito mais fruto da sua adaptação à arquitectura do que à sua própria realidade material, enquanto peça cerâmica.
606 _aPATRIMÓNIO CULTURAL
_9243138
606 _aAZULEJARIA
_9326259
606 _aHISTÓRIA DE ARTE
_yPORTUGAL
_9320610
666 _a0
700 _aSantos, Hugo Miguel Aguiar dos
_9326260
920 _an
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932 _ad
935 _ak
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