| 000 | 017320000a22003610004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 337339 | ||
| 010 | _a9789892037721 | ||
| 090 | _a337339 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aProva indiciária : por que razão um facto é um indício ou base de uma presunção? _fAlberto Augusto Vicente Ruço |
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| 210 |
_aTorres Novas _d2013 _cGráfica Almondina |
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| 215 |
_a127 p. _d21 cm |
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| 310 | _aoferta | ||
| 330 | _aPode concluir-se que a prova indiciária é inseparável da compreensão dos processos causais que regem as relações entre acontecimentos no âmbito das ciências da natureza e também da compreensão da intencionalidade que se encontra presente nas acções humanas, no sentido de que a acção humana se traduz num movimento corporal presidido por uma intenção dirigida a uma finalidade que satisfará desejos ou necessidades do agente. E também se evidencia que todo o facto que existiu efectivamente no mundo provém de um estado de coisas prévio, composto por outros factos, pelo que todo o facto que existiu - ao invés do facto inexistente- é susceptível de ser explicado a partir da existência de outros factos que, por isso mesmo, adquirem o estatuto de provas do facto a provar." | ||
| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aPROVA TESTEMUNHAL _9252412 |
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| 606 |
_aDECISÃO JUDICIAL _yPORTUGAL _9400319 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aRuço, Alberto Augusto Vicente _9326245 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||
| 999 | _an | ||