| 000 | 01861nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 31465 | ||
| 010 | _a9789723214156 | ||
| 090 | _a31465 | ||
| 100 | _a20120706d2006 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aJustiça restaurativa _enatureza, finalidades e instrumentos |
||
| 210 |
_aCoimbra _cCoimbra Editora _d2006 |
||
| 215 |
_a142p. _d23cm |
||
| 300 | _aFundo documental do GRAL | ||
| 330 | _a1- Introdução. CAPÍTULO 1: AS RESPOSTAS NÃO PUNITIVAS. 2- As propostas abolicionistas e de desjudiciarização. 3- A Justiça Restaurativa: noção, princípios e objectivos. CAPÍTULO 2: INSTRUMENTOS, AGENTES E ELEMENTOS DA JUSTIÇA RESTAURATIVA. 4- Mediação e conciliação: conceitos e caracteres distintivos. 5- Requisitos do mediador. 6- A "toga" numa função mediadora ou conciliatória. 7- Elementos não verbais de procedimento: a comunicação não verbal, os objectos e o espaço. 8- Indicadores de satisfação na intervenção restaurativa. 9- O Modelo de Gabinetes Jurídicos e Psicológicos de Pacificação Social: um projecto integrado. Características e metodologia. 10- Uma estratégia não radical de descriminalização. 11- A reparação extrajudicial. 12- A arbitragem voluntária. 13- Os Julgados de Paz: caracterização e apreciação crítica. 14- O papel do Estado. CAPÍTULO 3: RUMO A UM DIREITO PENAL MELHOR. 15- Contingências, limitações e perigos da Justiça Restaurativa. 16- Justiça Restaurativa: utopia ou pragmatismo? 17- Notas de conclusão. Bibliografia citada. | ||
| 606 |
_aCIÊNCIAS CRIMINOLÓGICAS _yPORTUGAL _9120023 |
||
| 606 |
_aJUSTIÇA RESTAURATIVA _yPortugal _9118960 |
||
| 606 |
_aDIREITO COMPARADO _9611 |
||
| 606 |
_aDIREITO PENAL _yPortugal _9118089 |
||
| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
||
| 700 |
_aFERREIRA _bFrancisco Amado _9121593 |
||
| 852 | _jJ.RES_FER | ||