000 01313nam a2200169 4500
001 31124
090 _a31124
100 _a20100108d2009 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMonitorização da reforma penal
_erelatório intercalar
_eo impacto da reforma na fase de recurso
_fBoaventura de Sousa Santos (dir.)
210 _a[Coimbra]
_cCentro de Estudos Sociais
_d2009
215 _a86p.
_d29 cm
330 _aNota Introdutória. 1. O novo regime da fase de recurso: principais alterações. 2. O impacto da reforma na fase de recurso. 2.1. Supremo Tribunal de Justiça. 2.2. Tribunais da Relação. 2.2.1. Movimento dos processos-crime: entrados, pendentes e findos. 2.2.2 A forma de processo no tribunal de primeira instância. 2.2.3. A estrutura da criminalidade nos recursos julgados nos tribunais da Relação. 2.2.4. Os mobilizadores da fase de recurso. 2.3 O tempo dos processos julgados nos tribunais da Relação. 2.3.1 A eficiência dos tribunais no julgamento dos recursos. 2.3.2 A duração dos processos julgados nos tribunais da Relação. 3. As questões jurisprudenciais mais relevantes na jurisprudência publicada após a entrada em vigor da reforma. Nota conclusiva.
606 _aREFORMA PENAL
_yPortugal
_9118197
710 _aMONITORIZAÇÂO DA REFORMA PENAL
_924029
852 _j343.1SAN