| 000 | 01562nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 30386 | ||
| 010 | _a9723213311 | ||
| 090 | _a30386 | ||
| 100 | _a20050713d2005 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aLinhas de direito penal e de filosofia _ealguns cruzamentos reflexivos _fJosé de Faria Costa |
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| 210 |
_aCoimbra _cCoimbra Editora _d2005 |
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| 215 |
_a238[1]p. _d23 cm |
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| 330 | _aPalavras quase desnecessárias. O direito, a fragmentaridade e o nosso tempo. A linha (algumas reflexões sobre a responsabilidade em um tempo de "técnica" e de "bio-ética"). Habeas corpus (ou a análise de um longo e ininterrupto "diálogo" entre o poder e a liberdade). À qui appartient le cadavre: quelques réflexions (in)opportunes. Um olhar doloroso sobre o Direito Penal (ou o encontro inescapável do homo dolens, enquanto corpo-próprio, com o direito penal). Consenso, verdade e o direito penal. O direito penal e o tempo (algumas reflexões dentro do nosso tempo e me redor da prescrição). Em redor do nomos (ou a procura de um novo nomos para o nosso tempo). Uma ponte entre o direito penal e a filosofia penal: um lugar de encontro sobre o sentido da pena. | ||
| 606 |
_aFILOSOFIA DO DIREITO _9565 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9220 |
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| 606 |
_aHABEAS CORPUS _91635 |
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| 606 |
_aPENAS _96214 |
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| 700 |
_aCOSTA _bJosé de Faria _9107652 |
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| 852 | _j340.12COS | ||