000 01790nam a2200265 4500
001 25816
090 _a25816
100 _a20210312c2020 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA (re)produção de uma sentença
_enarrativas uníssonas sobre feminicídio em tribunais do júri
_fHelma Janielle Souza de Oliveira...[et.al.]
330 _aEste trabalho parte de uma pesquisa empírica realizada nos tribunais do júri de João Pessoa, Paraíba, no Brasil, junto aos operadores jurídicos e juízes leigos, entre 2016 e 2018. Através de entrevistas semiestruturadas, acompanhamos a inserção da categoria feminicídio pela Lei n.º 13.104/2015 nas narrativas e nas percepções das circunstâncias constituintes do crime pelos agentes de justiça. Isto evidenciou as conexões discursivas entre os cenários de violência doméstica, familiar e afetivo-conjugal e as mortes violentas de mulheres. Não obstante a sedimentação de uma linguagem de prevenção e combate à violência doméstica, notamos que a Lei de Feminicídio não é apreendida em sua plenitude, deixando à margem outras vidas e circunstâncias letais. Assim, há contextos, relações sociais e sujeitas que seguem invisíveis à apreensão dos agentes de justiça.
461 _vN.122
_dset. 2020
_pp. 31-52
_tRevista Crítica de Ciências Sociais
_cCoimbra
606 _aSOCIOLOGIA
_9558
606 _aGÉNERO
_98510
606 _aFEMINICÍDIO
_9118056
606 _aPODER JUDICIAL
_9975
606 _aSEXUALIDADE
_92076
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aOLIVEIRA
_bHelma Janielle Souza de
_921136
701 _aZAMBONI
_bMarcela 
_9118057
701 _aNASCIMENTO
_bEmylli Tavares do 
_9118058
701 _aLEITE
_bDiego Brito da Cunha
_921137
852 _jPP82