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001 25485
090 _a25485
100 _a20210115c2020 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPenas comunitárias e smartphones
_edesafios, potencialidades e riscos
_fNuno Caiado
330 _aNum mundo dominado pela automação e pelos dispositivos digitais, parece inevitável que também a justiça penal sofra pressões para a modernização e digitalização. Algumas virão do exterior, nomeadamente da indústria, e outras do interior, dos sistemas de execução de penas – probation, VE e prisões (neste artigo não será abordado o caso prisional). No actual estádio de desenvolvimento tecnológico e consciência social no interior das organizações correcionais, parece que a imaginação ainda não levou os smartphones e apps a serem realmente instrumentos com utilidade relevante no apoio à reabilitação. Mas também parece claro que o futuro passa pela sua utilização generalizada como meio de mediação relacional, tal como sucede já na sociedade. A discussão deve centrar-se nas motivações e condições em que ocorre esse processo de modernização, nomeadamente considerando a introdução de smartphones e apps, enquanto ferramentas correntes e massivas. Abrangerá o confronto com o conceito tradicional de vigilância electrónica – tal como a conhecemos hoje – e levantará questões quanto à real utilidade e valor da tecnologia na reabilitação do infractor, de segurança e protecção da comunidade, de net widening e as relacionadas com a tentação de substituir o trabalho humano e relacional (a base de uma probation séria), todo um conjunto de factores com impactos relevantes nos campos da eficiência e da ética.
461 _vN. 3 e 4
_d2020
_pp. 71-95
_tSombras e Luzes
_cLisboa
606 _aDIREITO PENITENCIÁRIO
_9549
606 _aPROBATION
_95123
606 _aPENAS ALTERNATIVAS
_94958
606 _aTRABALHO COMUNITÁRIO
_91053
606 _aREABILITAÇÃO
_96471
606 _aMEDIAÇÃO PENAL
_98531
606 _aVIGILÂNCIA ELECTRÓNICA
_92026
606 _aTECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
_917379
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aCaiado
_bNuno
_9326982
852 _jPP458