000 01954nam a2200289 4500
001 25221
090 _a25221
100 _a20200312c2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aRiscos associados ao stalking
_eviolência, persistência e reincidência
_fHelena Grangeia, Marlene Matos
330 _aO stalking, enquanto fenómeno de violência interpessoal, assume a conotação de aviso, perigo e imprevisibilidade, estando a sua experiência relacionada com a perceção de ameaça constante. Qualquer abordagem ao fenómeno do stalking, quer seja teórica ou prática, inclui na sua análise a dimensão do risco. Compreender o stalking implica a sua conceção enquanto fenómeno associado a múltiplos riscos: o risco de violência, de persistência e, ainda, de reincidência. O stalking representa um risco em si mesmo, mas constitui-se também como fator de risco de violência e, nalguns casos, um fator de risco de homicídio.A avaliação de risco em casos de stalking surge como um passo essencial a uma prática ética e informada, servindo como pedra basilar na tomada de decisão relativamente a medidas preventivas dirigidas aos stalkers, bem como de proteção às suas vítimas. É fundamental dotar os profissionais de competências e de instrumentos para uma avaliação de risco ponderada e eficaz em casos de stalking.
461 _vNº 5
_pp. 27-48
_cPsiquiatria, Psicologia e Justiça
_tSanto Tirso
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aSTALKING
_9105363
606 _aFACTORES DE RISCO
_99392
606 _aAVALIAÇÃO DO RISCO
_9105042
606 _aPSICOPATIA
_95166
606 _aCOMPORTAMENTO VIOLENTO
_910565
606 _aVIOLÊNCIA PSICOLÓGICA
_9104560
606 _aREINCIDÊNCIA
_9741
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aGrangeia
_bHelena
_912099
701 _aMATOS
_bMarlene
_9327024
852 _jPP461