000 02263nam a2200265 4500
001 25215
090 _a25215
100 _a20200312c2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA P-scan na avaliação da psicopatia
_eestudo exploratório numa amostra de reclusos portugueses
_fCarla Ferreira Lobo, Rui Abrunhosa Gonçalves, Carlos Fernandes da Silva
330 _aA ideia para este trabalho surgiu da admiração pelo trabalho de Robert Hare, quenos conduziu a uma definição de psicopatia como um agrupamento de traços depersonalidade e comportamentos socialmente desviantes. Só que tanto a PCL-R como aPCL-SV são escalas demoradas a passar e envolvem a presença do psicopata, quenormalmente é um recluso, dado ser nas prisões que é mais fácil encontrar um númerode sujeitos suficiente para fazer uma investigação. A P-Scan é um instrumentorelativamente rápido de passar, com a vantagem de que não exige a presença dosreclusos a avaliar. No entanto, sendo a pressa inimiga da perfeição, é também verdadeque não nos permite uma avaliação exaustiva da psicopatia, aliada ao facto de que oinstrumento foi concebido para ser usado por profissionais não clínicos, oferecendo-nosum despiste de características psicopáticas.Com este instrumento podemos inferir características psicopáticas ou não dossujeitos e chegar a uma aproximação que nos despiste de características típicas de umsujeito psicopata.As particularidades deste instrumento, o qual traduzimos e é muito mais simplesde usar do que um instrumento moroso como a PCL-R, permitem-nos chegar aconclusões, grosso modo, apenas através da consulta de ficheiros, dispensando apresença da própria pessoa em causa.
461 _vN. 4
_d2011
_pp. 44-67
_tPsiquiatria, Psicologia e Justiça
_cSanto Tirso
601 _aPSICÓPATA
_959152
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
606 _aESTUDO CLÍNICO
_95998
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aLobo
_bCarla Ferreira
_920722
700 _aGONÇALVES
_bRui Abrunhosa
_f1958-
_9407508
701 _aSilva
_bCarlos Fernandes da
_920723
852 _jPP461