000 01865nam a2200277 4500
001 25119
090 _a25119
100 _a20200203c2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDelinquência juvenil e amplificação mediática
_fMaria José Brites
330 _aO papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores. Partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policiais e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticiosa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de cascais e do caso CREL.
461 _vA. 4, n.9
_djunho 2011
_pp.45-57
_tOusar Integrar - Revista de Reinserção Social e Prova
_cLisboa
606 _aDIREITO DOS MENORES
_95107
606 _aDELINQUÊNCIA JUVENIL
_9689
606 _aMEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
_96703
606 _aINSEGURANÇA
_9102356
606 _aSEGURANÇA INTERNA
_9243651
606 _aPORTUGAL
_9279
606 _aCRIME
_94988
700 _aBRITES
_bMaria José
_9329823
852 _jPP321