000 01949nam a2200277 4500
001 24504
090 _a24504
100 _a20130606c2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA resiliência do recluso no processo de adaptação à prisão
_fPedro Mendes
330 _aNuma amostra de 70 reclusos condenados do sexo masculino, com uma média de idades de 29.5 anos (sd=6.6 anos) foi verificado o carácter clínico da população reclusa, comparado o tipo de adaptação ao meio prisional (Gonçalves, 2008, 1993) com as variáveis ambientais: Actividade, Suporte Emocional, Liberdade, Privacidade, Segurança, Estimulação Social, Estrutura e Suporte Institucional (Toch, 2006) e ainda comparado o nível de resiliência de recluso com o seu processo adaptativo à prisão. Os resultados obtidos através do uso do Inventário de Sintomas Psicopatológicos, do Prison Preference Inventory e da Connor-Davidson Resilience Scale, confirmaram o carácter clínico dos participantes, demonstraram existir diferenças quanto à Ideação Paranóide e ao Índice de Sintomas Positivos, revelaram a importância das variáveis ambientais para a população reclusa com diferenças relativamente à dimensão Liberdade e mostraram o alto nível de resiliência dos participantes, existindo diferenças inter-grupos.
461 _vA. 4, nº.8
_djaneiro 2011
_pp.39-51
_tOusar Integrar - Revista de Reinserção Social e Prova
_cLisboa
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aCOMPORTAMENTO
_95092
606 _aRESILIÊNCIA
_95026
606 _aADAPTAÇÃO À PRISÃO
_96370
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aMENDES
_bPedro
_920386
852 _jPP321