| 000 | 01649nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 24444 | ||
| 090 | _a24444 | ||
| 100 | _a20120727c2012 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aObjecto transitivo na adolescência _ecompanhia nas horas tristes? |
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| 330 | _aO termo objecto transitivo foi introduzido por Winnicott em 1953, que enfatizou a importância da ligação entre o objecto transitivo e a criança. Através desta ligação a criança relaciona-se simbolicamente com a mãe. O objecto transitivo surge entre os 4 e os 12 meses. A maioria dos estudos dos objectos transitivos é feita em crianças, no entanto, existem outros estudos que evidenciam o papel do objecto transitivo após a infância e que este fenómeno não é raro em adolescentes e mesmo nos adultos. Vários destes estudos correlacionam o uso do objecto transitivo e a depressão na adolescência. Apresenta-se dois casos clínicos de duas adolescentes onde se ilustra o uso prolongado do objecto transitivo na adolescência. A propósito das vinhetas clínicas far-se-á uma revisão bibliográfica dos estudos onde se aborda a prevalência do uso do objecto transitivo na adolescência. Aborda-se sucintamente a definição de objecto transitivo e a sua referência por diversos autores. | ||
| 461 |
_vVol.I, nº.32 _dJan.-Jun. 2012 _pp.59-68 _tRevista Portuguesa de Pedopsiquiiatria _cLisboa |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aDEPRESSÃO _9102457 |
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| 606 |
_aADOLESCÊNCIA _94972 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aURBANO _bNeide _920355 |
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| 701 |
_aPINTO _bInês _920356 |
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| 852 | _jP.300 | ||