000 01825nam a2200253 4500
001 24438
090 _a24438
100 _a20120725c2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDa destruição à (re)construção dos afectos... um caminho tumultuoso
330 _a"Lembram-se do P.?" - É a pergunta colocada frequentemente aos autores desta comunicação por técnicos que, em qualquer altura da sua vida, contactaram com P. e se admiram pela boa evolução clínica dada a gravidade da sintomatologia e do percurso familiar e institucional. Reflectindo sobre P., colam-se outras lembranças. Algumas das quais doem. Por outros que não conseguiram evoluir positivamente e dos quais não sabemos onde se encontram. E ainda outros que não conseguem adquirir uma estabilidade emocional e comportamental mas mantêm o laço terapêutico. O motivo principal da consulta são as alterações graves do comportamento mas existem diferenças. Os autores pretendem apresentar estes casos clínicos e a análise que realizaram face as diferentes evoluções. Coloca-se a hipótese de esta depender da capacidade de aceder ao núcleo depressivo e desidealizar as figuras parentais, procurando e encontrando outras figuras adultas de identificação. Mesmo que passem eles a ser os pais dos seus pais.
461 _vVol.II, nº.31
_dJul.-Dez. 2011
_pp.7-27
_tRevista Portuguesa de Pedopsiquiatria
_cLisboa
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aDEPRESSÃO
_9102457
606 _aAGRESSIVIDADE
_92117
606 _aINSTITUCIONALIZAÇÃO
_95074
606 _aCOMPORTAMENTO AGRESSIVO
_95248
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aPEREIRA
_bCarla
_9329821
701 _aMAIA
_bGeorgina
_920347
852 _jP.300