000 02168nam a2200229 4500
001 24433
090 _a24433
100 _a20120627c2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMaus-tratos e laços
330 _aA exposição das crianças à violência levanta grande preocupação no que concerne ao impacto no seu desenvolvimento comportamental, emocional, social e cognitivo, mesmo quando não são vítimas directas dessa violência. É consensual que experiências traumáticas durante os primeiros anos de vida influenciam o desenvolvimento cerebral da criança, assim como a sua interacção com o mundo exterior ao longo da vida. Os maus-tratos aumentam o risco da criança desenvolver quadros depressivos, comportamentos auto-destrutivos, problemas alimentares, défice de atenção, menor rendimento académico, abuso de substâncias, promiscuidade sexual e delinquência. As crianças nos diferentes estádios de desenvolvimento integram os acontecimentos traumáticos em função das suas competências cognitivas e capacidade de resiliência. A interacção conflituosa entre as figuras de suporte num espaço, teoricamente de segurança e protecção, propicia à criança a aprendizagem de modelos de violência na relação interpessoal, na resolução de conflitos e na imposição do poder sobre o outro. As autoras pretendem estudar um grupo de crianças com stressores de violência que frequentam a consulta de 1ª infância do Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência do CHP. Pretendem avaliar o impacto da vivência de situações de violência no diagnóstico clínico, assim como, na relação com os cuidadores, de acordo com a classificação diagnóstica DC: 0-3R.
461 _vN.30,vol.I
_dJan.-Jun. 2011
_pp.7-16
_tRevista Portuguesa de Pedopsiquiatria
_cLisboa
606 _aPSIQUIATRIA
_94499
606 _aCRIANÇA
_95150
606 _aMAUS TRATOS
_93093
606 _aVIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS
_9326517
606 _aCOMPORTAMENTO INFANTIL
_98477
700 _aMOREIRA
_bLia
_920342
852 _jP.300