| 000 | 01740nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 24322 | ||
| 090 | _a24322 | ||
| 100 | _a20110627c2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPsicoses _emodelo cognitivo-comportamental |
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| 330 | _aDesde a década de 70 do Séc. XX que as teorias cognitivo-comportamentais (TCC) se têm vindo a desenvolver fundamentalmente no chamado espectro neurótico. A primeira aplicação conhecida do modelo cognitivo-comportamental para a análise e tratamento dos sintomas psicóticos deve-se a Beck que tratou em 1952 um doente com delírio resistente ao tratamento farmacológico. No início da década de 90 do século passado, começou-se a estudar aproximações semelhantes em pessoas com o diagnóstico de psicoses e os resultados foram promissores. O surgimento e desenvolvimento do modelo cognitivo-comportamental deveu-se a uma conjugação de factores (medicação, risco de recaída, alterações comportamentais e défices de competências sociais) que permitiram analisar a pessoa portadora de perturbação psicótica de uma forma mais optimista no sentido de colmatar as dificuldades apresentadas fundamentalmente pelas terapias farmacológicas. O Modelo Cognitivo-Comportamental reflecte um paradigma de processamento de informação, baseado em esquemas, como um modelo de funcionamento humano (...). | ||
| 461 |
_vA.75,n.291 _dJan.-Mar. 2011 _pp.12-22 _tHospitalidade _cLisboa |
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| 606 |
_aPSICOSE MODELO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL _9117636 |
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| 700 |
_aCAMPOS _bRicardo Pereira _918118 |
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| 852 | _jP.29 | ||