| 000 | 01983nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 24321 | ||
| 090 | _a24321 | ||
| 100 | _a20110624c2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDa punição física ao abuso físico _econceptualização e consequências práticas _fRicardo G. Barroso |
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| 330 | _aDo prisma teórico, o processo de aplicação de práticas fisicamente punitivas na relação pais-filhos encontra-se compreendido no exercício da parentalidade, decorrendo, de modo mais preciso, da necessidade parental de disciplinar a criança. O entendimento de que as práticas disciplinares pressupõem a utilização da violência física é comum em alguns cuidadores, esquecendo-se por vezes as eventuais consequências negativas da utilização destas práticas. Seguindo a concepção teórica de alguns investigadores, que conceptualizam o fenómeno das práticas educativas fisicamente punitivas e do abuso físico como decorrendo de um conjunto de circunstâncias sociais e/ou dificuldades interpessoais no desempenho das tarefas necessárias da parentalidade, neste artigo procuramos analisar as circunstâncias individuais, familiares, sociais e culturais que se encontram na origem da ocorrência das práticas disciplinares punitivas. Iremos, igualmente, examinar um conjunto de dados da literatura sobre as consequências da punição corporal e do abuso físico na saúde mental da criança. | ||
| 461 |
_vA.20,n.2 _dAbr.-Jun. 2010 _pp. 279-304 _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _cCoimbra |
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| 606 |
_aPUNIÇÃO _95182 |
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| 606 |
_aABUSO FISICO _920284 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA FAMILIAR _95705 |
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| 700 |
_aBARROSO _bRicardo G. _9329903 |
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| 852 | _jPP143 | ||