| 000 | 01666nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 24246 | ||
| 090 | _a24246 | ||
| 100 | _a20110427c2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPerfis de ADN de arguidos-condenados (o art. 8º, nºs 2 e 3, da Lei nº 5/2008, de 12-02) _fJorge dos Reis Bravo |
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| 330 | _aO presente texto reúne um conjunto de reflexões sobre os termos da admissibilidade da recolha de amostras [de material biológico humano] para determinação de perfis de ADN, relativamente a arguidos condenados, nos termos do art. 8º, nºs 2 e 3, da Lei nº 5/2008, de 12-02, procurando compendiar as questões mais controversas que podem colocar-se a tal propósito. Assim, empreendeu-se um breve ensaio do que se pensa ser a natureza jurídico-material de tal "ordem" judicial, para se passar, depois, a uma referência perfunctória do seu regime jurídico-processual, tentando enunciar questões que se antecipam como as que poderão concitar maiores preocupações de índole prática e de aplicação da disciplina consagrada na Lei. | ||
| 461 |
_vA.20,n.1 _djan.-mar. 2010 _pp.97-126 _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _cCoimbra |
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| 606 |
_aADN _917486 |
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| 606 |
_aARGUIDO _91860 |
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| 606 |
_aPERFIS GENÉTICOS _9106878 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _91373 |
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| 606 |
_aCONDENADO _920248 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aBRAVO _bJorge dos Reis _9328259 |
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| 852 | _jPP143 | ||