| 000 | 01830nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 24206 | ||
| 090 | _a24206 | ||
| 100 | _a20110412c2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDo estereótipo à visão fenomenológica _eanálises sobre o "agarrado" |
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| 330 | _aEste artigo propõe o confronto entre duas visões acerca do toxicodependente: a que é veiculada pelo estereótipo do "agarrado" e a fenomenológica, proposta aqui a partir do acesso da etnografia à sua experiência. Começamos por caracterizar dois tipos de pensamento, o coisista e o construtivista, como formas de olhar e dizer o real, discutindo assim distâncias e aproximações entre senso-comum e ciência; fazemos em seguida uma breve caracterização do conceito de estereótipo, de modo a enquadrar teoricamente o exercício que nos ocupará o resto do artigo. Este exercício analisa dimensões como a relação da figura do "agarrado" com a exclusão social, com a temporalidade ou com a (in)capacidade da abstinência. Concluímos, não pela necessidade de correcção do estereótipo do "agarrado" a partir do que seria uma visão mais rigorosa da ciência, mas pela evidenciação de como, entre ambas, há realimentações mútuas. A linguagem com que falamos da droga é portanto produto duma construção social de que evidenciamos os papéis do senso-comum, da comunicação social e da ciência, em particular da que inscreve a sua produção no dispositivo medicopsicológico. | ||
| 461 |
_vV.17,n.1 _d2011 _pp.17-31 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aESTERIÓTIPO SOCIAL DROGA MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL FENOMENOLOGIA _9117513 |
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| 700 |
_aFERNANDES _bLuís _9323012 |
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| 852 | _jP.215 | ||