| 000 | 01830nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 24162 | ||
| 090 | _a24162 | ||
| 100 | _a20110214c2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aTechnology, complexity, and risk _ea social systems perspective on the discourses and regulation of the hazards of socio-technical systems |
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| 330 | _aO ponto de partida deste artigo é a teoria dos sistemas sociais apresentada na parte I, ou seja, a dinâmica actor-sistema, em contraposição a perspectivas como a de Ulrich Beck, que, em particular, rejeita o teorizar sistemático, ao mesmo tempo que denigre a sociologia empírica. Este artigo salienta que a sociedade contemporânea (definida por Beck como "sociedade de risco") não é tão ameaçada por riscos elevados, sendo antes caracterizada pelos discursos generalizados de risco (em grande parte devido ao próprio Beck) - elaborações teóricas acerca do risco, formas de gestão do risco, consciência de risco. O que é verdadeiramente uma característica da sociedade moderna é a existência de poderes discricionários para determinar dimensões e níveis de risco, assim como medidas reguladoras. Por outras palavras, na sociedade moderna existe a opção de arquitetar, ou não, uma tecnologia, regulá-la fortemente, ou não, limitar ou banir o seu uso, permitir, ou não, a sua aplicação generalizada, bem como definir em que condições isso pode ocorrer. | ||
| 461 |
_vN.62 _dJan.-Abr. 2010 _pp.97-131 _tSociologia - Problemas e Práticas _cLisboa |
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| 606 |
_aTEORIA DOS SISTEMAS SISTEMA SOCIAL SOCIEDADE DO RISCO TECNOLOGIA _9117474 |
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| 700 |
_aBURNS _bTom R. _920193 |
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| 701 |
_aMACHADO _bNora _920194 |
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| 852 | _jP.230 | ||