| 000 | 01902nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 24156 | ||
| 090 | _a24156 | ||
| 100 | _a20110211c2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aParentalidade social, fratrias e relações intergeracionais nas recomposições familiares | ||
| 330 | _aDar conta sociologicamente da trama de relações entre alguns protagonistas das recomposições familiares - padrastos, enteados, fratrias recompostas e avós sociais - é o objectivo deste artigo. Trata-se de interacções não institucionalizadas ou que são auto-reguladas, isto é, imbuídas de ambiguidade e de invisibilidade tanto social como jurídica. O mesmo é dizer que estes papéis estão em aberto, por isso precisam de ser pensados, inventados e negociados com o tempo. O número de crianças, nas famílias recompostas, varia conforme a história passada de cada um dos elementos do casal. Com a existência destas crianças de casamentos ou relações anteriores aumenta a complexidade destas famílias. Daí as famílias recompostas serem famílias de geometria variável. A análise das relações intergeracionais na fase pós-divórcio pode revelar-se uma excelente oportunidade para "olhar" a forma como os papéis dos pais e dos avós se redefinem. Na família mais alargada da recomposição, tanto os avós paternos como os maternos continuam a ocupar o seu lugar, sem esquecer os "avós sociais", isto é, os ascendentes directos do eventual novo companheiro da mãe guardiã ou nova parceria do pai não guardião. | ||
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_vN.59 _dJan-Abr. 2009 _pp.45-74 _tSociologia - Problemas e Práticas _cLisboa |
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| 606 |
_aRELAÇÕES FAMILIARES RELAÇÕES INTERGERACIONAIS PARENTALIDADE _920191 |
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| 700 |
_aLOBO _bCristina _9327696 |
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| 852 | _jP.230 | ||