| 000 | 01502nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 23922 | ||
| 090 | _a23922 | ||
| 100 | _a20100916c2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPolíticas de identidade _eperfil de DNA e a identidade degético-criminal |
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| 330 | _aO DNA é visto por muitos como a "verdadeira" base da identidade humana, por se tratar de uma estrutura biológica, em princípio, única em cada indivíduo. Esta noção de "unicidade", pilar fundamental da investigação criminal e da genética forense, tem alimentado políticas de identidade da parte dos Estados modernos pela classificação e armazenamento de informação sobre "criminosos". Neste artigo analisam-se estratégias médico-legais e burocrático-estatais de produção da identidade "genético-criminal" relacionadas com a criação, em Portugal, de uma base de dados forense de perfis de DNA. Discutem-se os impactos desta política de identidade na gestão, categorização e vigilância de indivíduos classificados como criminosos. | ||
| 461 |
_vV.45,n.196 _d3º trim. 2010 _pp.537-553 _tAnálise Social _cLisboa |
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| 606 |
_aIDENTIDADE BASES DE DADOS DNA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL GENÉTICA PERFIL CRIMINAL _9117248 |
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| 700 |
_aMACHADO _bHelena _9326154 |
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| 701 |
_aSILVA _bSusana _9115204 |
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| 701 |
_aAmorim _b António _9326153 |
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| 852 | _jP.46 | ||