| 000 | 01342nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 23916 | ||
| 090 | _a23916 | ||
| 100 | _a20100916c2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPessoas sem voz, redes indizíveis e grupos descartáveis _eos limites da teoria do actor-rede |
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| 330 | _aNeste artigo procede-se a uma reflexão crítica sobre a teoria do actor-rede de Michel Callon e Bruno Latour. Salienta-se a necessidade de incorporar no estudo do social as emoções e a imponderabilidade. Tendo como referência a análise de situações de catástrofe ou de acontecimentos extremos, propõe-se uma reflexão sobre o trabalho político que coloca fora das redes sociais, como irrecuperáveis e descartáveis, todos os que não criam ou não possuem valor na perspectiva hegemónica e que, por conseguinte, não são construídos como portadores de direitos sociais e políticos, tornando-se invisíveis e ausentes das análises convencionais propostas pela teoria do actor-rede. | ||
| 461 |
_vV.45,n.196 _d3º trim. 2010 _pp.447-465 _tAnálise Social _cLisboa |
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| 606 |
_aACTOR-REDE EMOÇÕES GRUPOS DESCARTÁVEIS _920048 |
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| 700 |
_aMENDES _bJosé Manuel de Oliveira _913917 |
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| 852 | _jP.46 | ||