| 000 | 01599nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 23645 | ||
| 090 | _a23645 | ||
| 100 | _a20100623c2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aA psicopatologia borderline e o agir à prova no rorschach, como espaço virtual de alucinação negativa | ||
| 300 | _aCD-ROM com o texto dos artigos. | ||
| 330 | _aNeste artigo, recorrendo a integrações tecidas, essencialmente, entre os contributos centrais de Freud e Bion e articuladas no quadro geral da "teoria negativo" de A. Green, concebemos o agir como uma procura de continente, sentido e simbolização que, inscrita à priori na relação, actua contra a ameaça do nada, que se encontra subjacente à insubstância do simbólico. Para pôr à prova esta concepção, que ilustrámos e confirmámos através do estudo de narrativas Rorschach de sujeitos borderline, concebemos o Rorschach como um "espaço virtual de alucinação negativa", tomando como referência central o modelo de análise e interpretação apresentado por M. Emília Marques, que estabelece o instrumento como um "espaço de relação, interpretação, comunicação e simbolização". | ||
| 461 |
_vSupl.n.14 _d2009 _pp.37-40 _tINUAF STUDIA - Scientiae Rerum Diffusio _cLoulé |
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| 606 |
_aBORDERLINE ESTADOS LIMITES ALUCINAÇÃO _9116979 |
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| 700 |
_aVIEGAS _bJoão Carlos _9329611 |
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| 852 | _jP.293 | ||