| 000 | 01382nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 23246 | ||
| 090 | _a23246 | ||
| 100 | _a20100315c2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO direito face ao risco _fCatarina Frade |
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| 330 | _aEmergindo da tradicional dicotomia entre concepções objectivistas e construtivistas do risco, quer as abordagens quantitativas, quer as teorias sociais do risco oferecem as suas interpretações dos problemas oriundos do progresso tecnológico e científico que vêm desafiando a segurança das sociedades contemporâneas. O objectivo principal deste texto é perceber como o rsico é interpretado por diferentes áreas do conhecimento e como se pode perspectivar uma leitura jurídica desse mesmo fenómeno, dado que a ciência jurídica continua a manter-se algo alheada destes debates, esquecendo a sua missão reguladora e a sua vocação securitária. | ||
| 461 |
_vN.86 _dSet. 2009 _pp.53-72 _tRevista Crítica de Ciências Sociais _cCoimbra |
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| 606 |
_aRISCO _98251 |
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| 606 |
_aSOCIEDADE DO RISCO _911296 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aFRADE _bCatarina _917227 |
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| 852 | _jPP82 | ||