| 000 | 01594nam a2200289 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 22988 | ||
| 090 | _a22988 | ||
| 100 | _a20100107c2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aÉ possível uma sociedade sem sanções penais? _fAndré Kuhn |
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| 330 | _aNão é necessário ser abolicionista para admitir que, antes de entrar em guerra, devemos apelar aos diplomatas e dar-lhes tempo e meios para obterem uma solução para o conflito que satisfaça as duas partes. O novo pensamento penal está impregnado deste mesmo espírito. A sanção penal mostrou os seus limites em absorver a criminalidade e, sendo o sistema penal manifestamente mais um problema em si do que uma solução para os problemas sociais para cuja resolução foi criado, torna-se urgente repensá-lo. A justiça violenta de hoje é, assim, solicitada a abrir caminho a modos mais amigáveis de resolução dos conflitos penais. | ||
| 461 |
_vA. 2, nº.4 _dSetembro 2009 _pp.65-74 _tOusar Integrar - Revista de Reinserção Social e Prova _cLisboa |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9220 |
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| 606 |
_aSANÇÃO PENAL _9713 |
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| 606 |
_aFINS DAS PENAS _9104844 |
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| 606 |
_aJUSTIÇA REPARADORA _96129 |
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| 606 |
_aABOLIÇÃO DAS PENAS _9103524 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aKUHN _bAndré _9327813 |
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| 852 | _jPP321 | ||