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001 22738
090 _a22738
100 _a20090723c2008 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO crime de terrorismo
_easpectos psico-antropológicos
_fJosé Martins Barra da Costa
330 _aO terrorismo é uma arma psicológica e o mundo é uma vítima potencial. Uma acção violenta é denominada «terrorista» logo que os seus efeitos psicológicos se sobrepõem aos resultados físicos provocados. Alguém que se candidata a suicida em favor do grupo incorpora um gesto que é altruísta, nobre, merecedor de aprovação social e contemplado com respeito e consideração. Mas, atenta a preparação dispensada ao terrorista-suicida - assente numa profunda lavagem cerebral pelo incitador, canalizada numa perspectiva revolucionária pelo executor e facilitada pela «tendência destrutiva» freudiana - a nossa reflexão é mais profunda: quais são os valores na cultura dos homens-bomba destinados à imolação em favor de uma causa?
461 _vA.18,n.4
_dOut.-Dez. 2008
_pp.509-528
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_cCoimbra
606 _aCULTURA
_9792
606 _aTERRORISMO
_96697
606 _aVÍTIMA
_9918
606 _aPORTUGAL
_9279
606 _aSUICÍDIO
_9235500
700 _aCOSTA
_bJosé Martins Barra da
_9324386
852 _jPP143