| 000 | 01254nam a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 21888 | ||
| 090 | _a21888 | ||
| 100 | _a20090206c2008 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO regime do arrendamento urbano _eevolução e novas perspectivas |
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| 330 | _a1. Introdução. 2. A primitiva sujeição do arrendamento urbano ao princípio da autonomia da vontade: os arts. 1614 e 1624 do CCSeabra. 3. A crise europeia da autonomia arrendatícia suscitada pelo desenrolar da grande guerra de 1914-18 e o surgimento do vinculismo arrendatício. 4. Os vínculos estabelecidos: bloqueio de rendas e prorrogação forçada; anunciado carácter transitório e de ordem pública destes vínculos. 5. O caso de Portugal. 5.1. Da República à Reforma de 2006. 5.2. A Reforma de 2006. 5.2.1. Breve análise crítica da disciplina estabelecida pelo NRAU para os arrendamentos urbanos não vinculísticos. 5.2.2. Breve análise crítica da disciplina estabelecida pelo NRAU para os arrendamentos urbanos vinculísticos. | ||
| 461 |
_vA.9,n.15 _d2008 _pp.7-26 _tThemis _cCoimbra |
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| 606 |
_aARRENDAMENTO URBANO _9208 |
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| 700 |
_aFURTADO _bPinto _9321144 |
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| 852 | _jP.279 | ||