000 02217nam a2200325 4500
001 21844
090 _a21844
100 _a20081231c2008 y0pory50 ba
101 _apor
200 _a"A saúde mental... sai à rua! Como? Para onde? Para fazer o quê?"
330 _aOs autores salientam algumas linhas orientadoras das intervenções comunitárias do Psicólogo Clínico em Saúde Mental Infantil (S.M.I.), articulando-as e organizando-as em vários níveis de um sistema piramidal de recursos institucionais. Estas intervenções são exemplificadas pela problemática das dificuldades de aprendizagem. Partem dos contributos de Erikson, de G. Caplan, Cramar, M. Soulé e Manzano (noções de crise, de indicadores de risco, de vulnerabilidade e de resiliência); de João dos Santos (integração da S.M.I. na Saúde Pública); e das políticas de inclusão escolar das crianças com necessidades educativas especiais (consignadas no "Warnock Report" e na Declaração de Salamanca). Estas referências são inseridas no pano de fundo das recomendações da O.M.S. preconizadas na conferência de Alma - Ata. Enfatizam a importância de uma articulação racional dos recursos, do trabalho em parceria e da implicação de todos os cuidadores nas acções preventivas em S.M.I.. Na conclusão são dados exemplos de programas já realizados e de outros ainda em curso.
461 _vN.25
_dJul.-Dez. 2008
_pp.67-81
_tRevista Portuguesa de Pedopsiquiatria
_cLisboa
606 _aSAÚDE MENTAL INFANTIL
_9115197
606 _aDIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
_9102520
606 _aRESPONSABILIDADE
_97755
606 _aCOPING
_9104959
606 _aINTERVENÇÃO COMUNITÁRIA
_95187
606 _aRESILIÊNCIA
_95026
606 _aRECURSOS INSTITUCIONAIS
_918896
606 _aPOLÍTICA DE SAÚDE MENTAL
_9115198
606 _aPOLÍTICA EDUCATIVA
_94418
700 _aFERNANDES
_bMaria da Graça Barahona
_918897
701 _aCAEIRO
_bRaúl
_918898
852 _jP.300