000 02262nam a2200181 4500
001 21256
090 _a21256
100 _a20080519u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aInsegurança em meio urbano
_eo espaço na mediação de oportunidades delituosas
330 _aO risco de insegurança em meio urbano, entendido quer como o medo do crime, quer como a falta de adesão ao sistema normativo da sociedade, constitui um factor inibidor da qualidade de vida. Daí decorrem fortes penalizações para a população, condicionando o modo como usufrui o espaço urbano e exerce a sua quotidianidade. Parte-se do princípio que a ocorrência de delitos em meio urbano está relacionada com a «oportunidade» da acção ser cometida. A oportunidade ocorre do confronto entre o delinquente e o alvo ou vítima, numa situação vulnerável. Neste processo, o espaço urbano constitui-se como um mediador de oportunidades, emitindo informações sobre a situação. A ausência de sinais de vigilância (activa ou passiva) facilita a ocorrência de delitos. No artigo, analisam-se as condições espaciais responsáveis por fomentar o controlo informal do espaço urbano, i.e., os mecanismos de «vigilância natural», e exploram-se as formas de maximizar os seus efeitos. O artigo está organizado em duas partes. Na primeira caracteriza-se o conceito de vigilância natural e as formas de a exercer. Na segunda faz-se uma revisão crítica das diferentes abordagens ao conceito de vigilância natural, focalizada nos trabalhos pioneiros de Jacobs (1962) e Newman (1972). Discute-se as medidas de intervenção e de prevenção por eles sugeridas e introduzem-se as metodologias posteriormente desenvolvidas por Jefferey (1987) e Hillier (1984).Conclui-se que essa vigilância está relacionada com as condições de interacção física e social presentes no espaço urbano e depende da acção conjunta de vigilantes activos e/ou passivos.
461 _vV.21,n.2
_d2007
_pp.31-44
_tPsicologia - Revista da Associação Portuguesa de Psicologia
_cLisboa
606 _aINSEGURANÇA URBANA
_910815
700 _aHEITOR
_bTeresa V.
_918683
852 _jP.103