000 00959nam a2200205 4500
001 21230
090 _a21230
100 _a20080422c2007 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aFluidez tectónica
_eas bio-tecno-ciências, a bio-arte, e a paisagem cognitiva do presente
_fLuís Quintais
330 _aAtravés de um olhar sobre as práticas artísticas de Eduardo Kac, comenta-se criticamente a tese de Paul Virilio de que certo tipo de práticas na fronteira entre a arte e a tecno-ciência, às quais se convencionou chamar «bio-arte» epitomizam o radicalismo expressionista e niilista do presente.
461 _vN.79
_dDez. 2007
_pp.79-94
_tRevista Crítica de Ciências Sociais
_cCoimbra
606 _aARTE
_93692
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aQUINTAIS
_bLuís
_914469
852 _jPP82