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090 _a21024
100 _a20071210u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aFantasmas, mitos e ritos da avaliação das aprendizagens
330 _aA avaliação das aprendizagens tem sido sistematicamente por concepções implícitas e por práticas rotineiras, relativamente estáveis no tempo. Dentre elas destacam-se (a) a reprodução de modelos de ensino expositivo e de avaliação positivista, com os quais os professores convivem durante muito tempo antes de entrarem na profissão, (b) a busca da objectividade na avaliação e a sua redução a uma função classificativa, o que a torna punitiva e angustiante (c) a utilização sistemática e quase exclusiva de estratégias de ensino centradas no professor e na transmissão de conteúdos académicos e (d) a utilização também sistemática e praticamente exclusiva de técnicas de testagem. Tais concepções, que configuram verdadeiros fantasmas, na medida em que determinam profundamente a forma como os professores vivem e pensam, assentam num mito essencial - o da objectividade da avaliação - e sustentam práticas avaliativas ritualizadas. Face a tais fantasmas, mitos e ritos, os dados de investigação pouco têm podido e a necessidade de inovação, que deles resulta, tem-se mantido praticamente afastada das concepções e das práticas avaliativas dos professores. Entretanto, o mundo, os alunos, e o curriculo alteraram-se profundamente e exigem mudanças profundas no ensino-aprendizagem - de um paradigma do ensino para um paradigma da aprendizagem - e na avaliação - de um paradigma positivista para um paradigma alternativo e construtivista.
461 _vA.40,n.3
_d2006
_pp.219-235
_tRevista Portuguesa de Pedagogia
_cCoimbra
606 _aAPRENDIZAGEM AVALIAÇÃO
_9114764
700 _aBARBOSA
_bJoão
_918553
701 _aNEVES
_bAnabela
_918554
852 _jP.247